terça-feira, 24 de julho de 2012

A proposição: “segundo a psicologia / psiquiatria modernas, a sociedade não é capaz, por si só, de gerar um indivíduo perverso”, é um sofisma. Seria semelhante que disséssemos que o ovo surgiu primeiro do que a galinha, sabendo que sem galinhas não há ovos de galinhas.


Psicopatia, sociopatia e epigenética

by O. Braga

Quando somos confrontados com uma teoria oriunda das ciências sociais ou humanas que, em parte ou na sua totalidade, contradiga uma verificação das ciências biológicas, bioquímicas ou físicas, devemos optar por “acreditar” nas ciências da natureza — por razões que são óbvias: o estudo do ser humano, entendido como objecto exclusivo de estudo científico, é muitíssimo falível.
Reparemos na seguinte proposição.
“Segundo a psicologia / psiquiatria modernas, a sociedade não é capaz, por si só, de gerar um indivíduo perverso.”
Agora vamos definir “epigenética”.
A epigenética é o estudo de mudanças herdadas na expressão dos genes (ou nos fenótipos celulares) que têm causas que não sejam as de uma mudança da sequência de ADN, ou seja, a epigenética diz respeito a modificações funcionais importantes no genoma que não envolvam mudanças na sequência de nucleótidos.
Isto significa que um determinado comportamento, ou pelo menos uma determinada tendência, pode permanecer ao longo de múltiplas gerações sem que haja uma alteração do ADN, ou sem que possamos detectar na sequência do ADN qualquer justificação para essa tendência ou comportamento.
O que se passa é que factores não genéticos são a causa de os genes de um determinado indivíduo se expressarem de uma forma diferente do que seria normal.
Isto significa que um neto de um psicopata pode transportar consigo sequelas epigenéticas que o predispõem à psicopatia — independentemente da sequência do ADN ou de quaisquer alterações do ADN, ou de qualquer anomalia da sequência do ADN. A expressão popular secular: “quem sai aos seus não degenera”, intui a epigenética.
Mas para que essa disposição epigenética do potencial psicopata seja despoletada, é absolutamente necessária a interacção com a sociedade. A relação do indivíduo com a sociedade é dinâmica, e por isso, obviamente, não é estática.
Sendo assim, a proposição: “segundo a psicologia / psiquiatria modernas, a sociedade não é capaz, por si só, de gerar um indivíduo perverso”, é um sofisma. Seria semelhante que disséssemos que o ovo surgiu primeiro do que a galinha, sabendo que sem galinhas não há ovos de galinhas.
A psicopatia não é necessariamente detectável na sequência de ADN: não existe um “gene do psicopata”, assim como não existe um “gene gay”, como não existe um “gene do ladrão”, não existe o “gene do glutão”, etc.
Portanto, se a causa do problema do psicopata não é genético stricto sensu, então tem a ver com (1) epigenética, e/ou (2) aculturação, e/ou (3) influencia do meio e/ou educação, etc.. Em suma, o problema está, em última análise, na relação do indivíduo com a sociedade, e portanto é um problema eminentemente social.
Corolário: a proposição supracitada é falsa porque falaciosa. Não existe sociedade sem indivíduo e vice-versa.
Adenda:
Um psicopata impedido, por qualquer meio, de prejudicar a sociedade, não é um sociopata. Podemos definir o sociopatia como sendo o psicopata em plena acção anti-social. A sociopatia não é uma condição: antes, é a acção do psicopata. Quando dizemos: “fulano é um sociopata”, queremos dizer que “fulano é um psicopata a quem deram carta-branca para agir” — porque um psicopata pode ser impedido de agir.
O. Braga | Terça-feira, 24 Julho 2012 at 10:01 am | Tags: epigenética, psicologia | Categorias: A vida custa, Ciência, cultura, politicamente correcto, Ut Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-cvV

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Então, se "a Psicologia não é ciência"... o Darwinismo é o que???


Posted: 19 Jul 2012 06:05 PM PDT
Então, se "a Psicologia não é ciência"...




Bruce Chapman 17 de julho de 2012| Permalink

De vez em quando aparece um artigo chamando os psicólogos a se explicar  a invocação do manto roxo da "ciência". Como explica Alex B. Berezow no jornal The Los Angeles Times, no último de tais artigos, as regras da ciência são estritas.

"A Psicologia não é ciência", ele afirma, "porque a psicologia frequentemente não cumpre os cinco requisitos básicos para que uma área seja considerada rigorosa cientificamente: terminologia claramente definida, quantificabilidade, condições experimentais altamente controladas, reprodutibilidade e, finalmente, previsibilidade e testabilidade".

Esses são, verdadeiramente,  os requisitos acordados da ciência? Algumas vezes vemos que eles são aplicados de modo semelhante ao design inteligente. Mas, estranhamente, parece que eles não são aplicados à biologia evolucionária, e especificamente ao neodarwinismo. Naquela área, as definições de termos frequentemente mudam dependendo da audiência ("evolução" mesmo sendo um exemplo). Quantificabilidade? (Como?) Condições experimentais altamente controladas? (Você está brincando.) Reprodutibilidade? (Mencione uma.) E, "finalmente, previsibilidade e testabilidade." Você pode ter um monte de tentativas de convencimento sobre este tópico, mas nenhuma precisão.


Parece que o termo "ciência" em si mesmo não é muito científico. Talvez Alex Berezow precise de alguns novos critérios pós-modernos, totalmente reducionistas que se aplicam quando for julgar as ciências daquelas que ele aprova, tais como a evolução darwinista, e outras que ele usa para aquelas, como a psicologia, que ele não aprova.




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Sociopatia e psicopatia: para quem faz a confusão entre os dois termos


Sociopatia e psicopatia: para quem faz a confusão entre os dois termos

by O. Braga


A sociopatia não é muito diferente de psicopatia. A  é desequilíbrio patológico que se manifesta num comportamento anti-social e impulsivo ou agressivo.
 
Um psicopata só não transparece como sendo sociopata se ele for isolado da sociedade, ou se a sua psicopatia for sublimada ou obnubilada pela militância em uma organização política conceituada.
O. Braga | Segunda-feira, 23 Julho 2012 at 9:04 am | Categorias: cultura | URL: http://wp.me/p2jQx-cuR

 

 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Co-fundador de associação de pesquisa e terapia da homossexualidade diz: “A homossexualidade não é 'normal', mas o sintoma de alguma desordem”.


Co-fundador de associação de pesquisa e terapia da homossexualidade diz: “A homossexualidade não é 'normal', mas o sintoma de alguma desordem”.

Sodomitas
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Entrevista do Dr. Joseph Nicolosi a Roberto Marchesini. Revista 'STUDI CATTOLICI' ALBA, de 19 a 25 de fevereiro de 2005.


“Muitos homossexuais que acreditavam não haver outra opção de vida estão casados e com filhos. Os ativistas gay tentam ocultar a existência de pessoas que saíram da homosexualidade”, afirma Nicolosi.


“A homosexualidade não é 'normal', mas o sintoma de alguma desordem.” Segundo o doutor Nicolosi (O médico californiano Joseph Nicolosi é co-fundador e diretor da NARTH - Associação Nacional para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade – instituição americana que estuda a homossexualidade, membro da Associação Americana de Psicologia, autor de numerosos livros e artigos científicos e há muitos anos praticante da terapia reparativa da homossexualidade), ao contrário do que promove o movimento gay, não há provas da existência de causas genéticas. Os problemas afetivos no seio da família estão entre as causas mais comuns. Muitos têm deixado a homossexualidade depois de passar pela associação de Nicolosi.


-Doutor Nicolosi, o que é a homossexualidade?


-A homossexualidade é um sintoma indicativo de necessidades emocionais não satisfeitas desde a infância, especialmente na relação com o progenitor do mesmo sexo. Em outras palavras: o menino que não teve uma ligação afetiva com o pai e a menina que não recebeu o afeto da mãe podem, por isso, desenvolver atração pelo mesmo sexo ou a homossexualidade.


-A homossexualidade é 'normal'? E o que é normal?


-Não considero que a homossexualidade seja normal. Aproximadamente 2% da população é homossexual; portanto, estatisticamente, não é 'normal' no sentido de não ser muito abrangente. Além disso, tampouco é normal em termos do desenho natural. Quando falamos de lei natural e de função do corpo humano, quando observamos a função do corpo humano, a homossexualidade não é normal, mas um sintoma de alguma desordem. A normalidade é aquilo que cumpre uma função conforme o próprio desenho; este é o conceito de lei natural e, neste sentido, a homossexualidade seria anormal porque a anatomia dos homens, os corpos de dois homens ou de duas mulheres, não são compatíveis.


-Quais são as causas da homossexualidade? Existe uma causa genética?


-Como já disse, as causas da homossexualidade se referem à auto-percepção do menino ou da menina na primera infância. O menino precisa da relação com o pai para desenvolver sua identidade masculina essencial, a menina necessita de uma união ou relação afetiva com sua mãe para desenvolver a feminilidade, é o sentido de gênero que determina a orientação sexual. Em outras palavras, quando um menino se sente seguro de sua masculinidade, sente-se naturalmente atraído por mulheres. O mesmo ocorre com as meninas: quando uma jovem está segura de sua identidade feminina, sente-se naturalmente atraída por meninos. O homossexual é uma pessoa que carece do sentido de gênero e, assim, tenta remediar isso por meio de outras pessoas. Essa tendência se apresenta erotizada, por isso alguns manifestam como sintoma a atração pelo mesmo sexo. Muito se afirma das causas genéticas da homossexualidade, há aproximadamente vinte anos se fala do “gene gay” ou do “cérebro gay” nos Estados Unidos, mas nenhum estudo demonstrou tal fato. Na verdade, os ativistas gay americanos já não falam tanto de bases biológicas ou genéticas, pois nenhum estudo as comprovou. Muito mais evidentes são as causas familiares e ambientais, especialmente aquela que chamamos “relação triádica clássica”, constituída por um pai distante e severo, por uma mãe muito envolvente, controladora e, por vezes, dominadora, e por um menino particularmente sensível, introvertido e refinado que está exposto a um risco maior de se sentir falho na sua identidade sexual. Vemos este esquema continuamente, reconhecemos que em muitas pessoas há uma predisposição particular à homossexualidade, mas é algo distinto de predeterminação ou de uma causa direta, ou seja, um menino pode estar sujeito à homossexualidade no que se refere a sua característica passiva ou delicada, a sua dificuldade em criar vínculos com o pai e a sua sensação de exclusão do mundo masculino, mas é preciso a “relação triádica clássica” para lhe trazer a questão homossexual.


- Qual a diferença entre gay e homossexual?


-É essencial fazer a distinção entre gays e homossexuais, pois os ativistas queriam que acreditássemos que todos os homossexuais são gays. Não cremos nisso, pois a palavra "gay" indica uma identidade sociopolítica. "Homossexual", ao contrário, é simplesmente a descrição de um problema psicológico na orientação sexual. As pessoas que chegam a nossa clínica buscando ajuda têm a questão homossexual, mas recusam o rótulo de "gays". Não querem ser chamados assim porque não se reconhecem com essa identidade sociopolítica, nem com o estilo de vida gay.


-O movimento gay é um movimento pelos direitos humanos?


-De um certo modo é um movimento pelos direitos humanos, ou pelos direitos civis, porque todas as pessoas, não importa qual seja a orientação sexual, têm de desfrutar desses direitos. Porém, isso não significa que a sociedade deva redefinir o matrimônio; uma discussão que vai além do objetivo desta nossa conversa. Acreditamos que muitos ativistas gays têm usado a questão dos direitos civis ou das liberdades civis como uma maneira de oprimir pessoas que estão tentando mudar, pessoas que estão tentando sair da homossexualidade. Há uma população inteira de indivíduos que saíram ou estão saíndo da homossexualidade e isto é uma ameaça aos ativistas gays, que estão tentando suprimir e silenciar este ponto de vista, esta população.


-Os pesquisadores dizem que os homossexuais sofrem muito. A causa deste sofrimento é a homossexualidade ou a homofobia social?


-Cremos que há sofrimento para as pessoas com orientação homossexual porque a cultura gay é minoritária em nossa sociedade e porque os objetivos sociais do movimento gay constituem uma ameaça ao corpo social. Os gays querem redefinir o matrimônio, a natureza da paternidade e a norma social fundamental acerca do gênero e do sexo; por isso, a sociedade resiste à normalização da homossexualidade e à visibilidade dos gays, e reconhecemos que isso seja difícil para as pessoas que assim se identificam. De todo modo, não se fala da desordem intrínseca à condição homossexual. Nós acreditamos que a homossexualidade seja essencialmente desordenada e contrária à verdadeira identidade do indivíduo. Muitos dos sintomas de gays e lésbicas não são causados pela homofobia social, mas pela sua própria condição que é contrária a sua verdadeira natureza. Muitos estudos mostram que os homossexuais são mais infelizes, depressivos, predispostos ao suicídio, têm relacionamentos pobres, são incapazes de manter relacionamentos de longo prazo e têm comportamentos prejudiciais e inadequados. Porém, não se pode simplesmente dizer que tudo isso seja fruto da homofobia social. Em parte até o é, mas eu creio que a maioria dos sofrimentos se devam à natureza desordenada da própria homossexualidade, porque se opõe a nossa natureza humana.


-Em que consiste a terapia reparativa?


-É um tipo particular de psicoterapia que se aplica aos indivíduos que querem superar a atração homossexual. Examina as origens e as causas dessa condição, ajudando a pessoa a se compreender, a entender o que se passou em sua infância, a entender os fatos particulares que lhe aconteceram, especialmente nas relações com sua mãe e com seu pai, superando tudo isso. Tenta apoiá-la na criação de novas relações que sejam saudáveis, benéficas e que compensem o vazio emocional deixado em seu desenvolvimento. A terapia reparativa estuda a fundo as técnicas que sejam mais eficazes para reduzir a homossexualidade e desenvolver o potencial heterossexual.


-Quais são as bases teóricas da terapia reparativa?


- Teoricamente, a terapia reparativa começa com a terapia psicodinâmica, isto é, aquela que estuda as forças subconscientes que governam o comportamento das pessoas. Do ponto de vista teórico, acreditamos que as necessidades emocionais não satisfeitas se expressem indiretamente na forma de sintomas, e, nesse caso específico, como atração homossexual. Porém, a homossexualidade não está ligada apenas a sexo, mas à vontade de alcançar satisfação e identificação emocionais por meio do comportamento homossexual que, todavia, não satisfaz e, por essa razão, as pessoas nos procuram. Muitos dos avanços teóricos estão baseados na teoria psicodinâmica clássica. Nós usamos vários conceitos freudianos, pois, como se sabe, Freud pensava que a homossexualidade era uma desordem do desenvolvimento. Ainda que o mesmo Freud fosse um defensor dos direitos dos gays, ele defendia que o tratamento devia estar disponível para aqueles que desejassem mudar, e nós seguimos a mesma linha. Trabalhamos também com a família de origem, ajudando o paciente a entender suas relações com ela e como o lugar ocupado na estrutura familiar o levou ao fracasso na aquisição do próprio gênero.


“Seus sofrimentos eram devidos a causas emocionais”


A mudança é realmente possível. Cada vez mais conhecemos pessoas que querem prosseguir e dar seu testemunho. Há cinco anos seria muito difícil encontrar um ex- homossexual que quisesse se expôr, mas felizmente há homens e mulheres que eram declaradamente gays e lésbicas, que viviam um estilo de vida gay e que agora querem discutir abertamente seu processo de mudança. Hoje, muitos deles estão casados e com filhos, mesmo lhes tendo sido dito que não teriam outra opção senão ser gay e que teriam de aprender a aceitar isso. Essas pessoas foram capazes de ir ao fundo das causas de sua atração pelo mesmo sexo e descobriram que seus sofrimentos se deviam a causas emocionais.


Em defesa do direito de mudar 




Em 1973, em uma tumultuada sessão em que o lobby homossexual encerrou três anos de
fortíssimas pressões, a Associação Americana de Psiquiatria (APA) retirou a homossexualidade de seu Manual de Desordens Mentais. Apesar das pressões, tal decisão foi aprovada por uma maioria de tão somente 58%.

A medida foi uma vitória para o movimento gay, mas uma derrota tanto para os homossexuais que viam sua condição como uma desordem incompatível com seu sistema de valores e com a vida que desejavam viver, bem como para os profissionais da Psiquiatria que haviam desenvolvido técnicas terapêuticas para a reparação da orientação sexual. Como continuar sanando uma condição que a própria Associação de Psiquiatria deixara de considerar patológica?

Isso levou três renomados especialistas norte-americanos - Joseph Nicolosi, Charles Socarides e Benjamin Kaufman - a fundar, em 1992, a Associação Nacional para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (NARTH), como resposta à crescente ameaça de censura científica.

Apesar da pressão de ativistas gays para que a Associação Americana de Psiquiatria declare antiética qualquer terapia que incentive homossexuais a mudarem a orientação sexual, a NARTH, que já conta com mais de mil membros, tem avançado extraordinariamente em seu objetivo de estabelecer as credenciais acadêmicas de sua atividade.

Os profissionais que fazem parte da NARTH, com um amplo histórico em terapia reparativa, crêem que os pacientes têm direito a tratamento e que a postura censora do movimento gay está ameaçando esse direito.

Atualizado em 20 de abril de 2006. Fonte: www.narth.com ; Seção: traduções em outros idiomas (Translations in Other Languages). Traduzido com autorização da Narth por Lourdes Dias.



-- 
Miss. Edna e Pr. Joide Miranda  -  www.ministeriojoidemiranda.com.br 

"Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio."  ( 2 Tm 1:7 )

A DEUS TODA HONRA, GLÓRIA E LOUVOR!


terça-feira, 3 de julho de 2012

Gays interrompem audiência no Congresso Nacional sobre tratamento psicológico para a homossexualidade


Gays interrompem audiência no Congresso Nacional sobre tratamento psicológico para a homossexualidade

Matthew Cullinan Hoffman
BRASÍLIA, BRASIL, 29 de junho de 2012, (LifeSiteNews.com) — Ativistas homossexuais interromperam uma audiência na quinta-feira na Câmara dos Deputados do Brasil sobre o projeto de lei que permite que psicólogos tratem homossexuais que desejam mudar sua orientação, uma atividade que atualmente é proibida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).
O projeto de lei, conhecido como Decreto Legislativo 234/11 e ridicularizado pela mídia esquerdista brasileira como projeto de “cura gay”, também derrubaria o regulamento do CFP que proíbe os psicólogos de falar publicamente da orientação homossexual de um jeito negativo.
Os manifestantes homossexuais começaram a interromper a audiência quando a psicóloga Marisa Lobo falou defendendo os direitos dos homossexuais receberem tratamento para seu problema, chamando-a de “homofóbica”, “fundamentalista” e “barraqueira”.
Psicóloga Marisa Lobo defendendo os direitos os pacientes
“Todo mundo que discorda de vocês, vocês dizem que é ‘homofóbico’”, respondeu Marisa, de acordo com o jornal Correio de Bahia.
Marisa comentou que a resolução do CFP que proíbe a terapia reparativa para homossexuais “fere a autonomia do paciente, pois proíbe o atendimento no caso de ele ser homossexual”, e que como psicóloga, ela precisa “dar ouvidos a esse sofrimento psíquico” quando os homossexuais desejam mudar sua orientação.
Os homossexuais na audiência continuaram a interrompê-la, e no final foram expulsos da Câmara dos Deputados quando começaram a ler alto uma declaração do CFP repudiando a audiência. Entretanto, apoiadores cristãos do projeto de lei permaneceram aclamando o autor do projeto de lei, o deputado federal João Campos, presidente da bancada evangélica no Congresso Nacional.
Marisa foi também atacada pelo deputado Jean Wyllys, líder da Frente Parlamentar Mista de Cidadãos LGBT que disse que se sentiu “incomodado” com as declarações de Marisa, de acordo com o jornal Diário do Grande ABC.
“Não ofendi o deputado”, respondeu Marisa. “Ele é que tentou me diminuir, tentando afirmar que minhas posições não podem ser consideradas apenas porque sou religiosa”.
O próprio CFP não quis participar da audiência, afirmando que a questão está resolvida cientificamente e que a lista dos convidados para participar estava desfavorável ao CFP. O CFP tem historicamente adotado posições ideologicamente favoráveis à homossexualidade, declarando em 1999 que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”, afirmando que aqueles que discordam são culpados de “preconceito”.
A decisão do CFP de boicotar a audiência ocorreu depois de uma carta para o CFP escrita por Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais, “sugerindo” que “o Conselho Federal de Psicologia não se faça presente na referida Audiência Pública, por entendermos que a mesma é uma afronta à ciência, à dignidade humana, aos direitos humanos, à laicidade do Estado e à autonomia do Conselho Federal de Psicologia”.
A carta, uma cópia da qual LifeSiteNews obteve, também pede que o CFP “se pronuncie oficialmente de forma enfática e contundente contra essa audiência e contra essa iniciativa, por violar frontalmente os direitos humanos”.
O Conselho Federal de Psicologia do Brasil, diferente de outras associações de psicologia, tais como a Associação Americana de Psicologia (AAP), tem o poder de privar um terapeuta de seu direito de exercer sua profissão se seus regulamentos forem violados.
O CFP usou seus poderes para censurar a psicóloga Rozangela Justino em 2009 por conduzir terapia reparativa para clientes homossexuais que a desejavam, e ordenou que sua divisão no Rio de Janeiro impusesse o regulamento que proíbe o tratamento.
Estudos recentes indicam que alguns homossexuais podem aprender a resistir aos seus impulsos homossexuais e até mesmo desenvolver atração pelo sexo oposto por meio de terapia. A Associação Americana de Psicologia afirma que a evidência existente não é suficiente para determinar a eficácia de tal terapia, embora admita que entre aqueles que a receberam “alguns indivíduos modificaram sua identidade de orientação sexual (por exemplo, participação e afiliação de grupo), conduta e valores (Nicolosi, Byrd, & Potts, 2000).”
A Organização Mundial de Saúde continua a reconhecer a categoria de “homossexualidade egodistônica” para aqueles que sofrem de atração indesejada pelo mesmo sexo, e também reconhece o uso de terapia em tais casos.
A OMS também reconhece “desordem de relacionamento sexual”, em que a orientação sexual interfere com os relacionamentos existentes. O travestismo e o transexualismo também são reconhecidos como desordens mentais pela OMS.




  
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