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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Philosophy as The Discipline of The Disciplines por D.F.M.Strauss.

Philosophy as The Discipline of The Disciplines por D.F.M.Strauss.





D.F.M.Strauss, Philosophy as The Discipline of The Disciplines.
715 pp ISBN 978-0-88815-208-4.


http://www.amazon.com/asin/dp/0888152078/
http://www.amazon.co.uk/asin/dp/0888152078/
http://www.loot.co.za/shop/main.jsp

This new work by Danie Strauss must now be called The Definitive Statement regarding The Philosophy of The Cosmonomic Idea. In effect, it is the New Critique for the twenty first century in that it not only covers the entire range of the fundamental ideas developed by Herman Dooyeweerd more than seventy years ago, but it does so entirely within the spirit of Dooyeweerd’s work. Strauss systematically develops a number of themes that are troublesome in Dooyeweerd’s formulation and manages to provide us with significant resolutions. Perhaps the single most important contribution to theoretical analysis as such, is his elaboration of the relationship between Conceptual Knowledge and Concept Transcending Knowledge (Idea Knowledge). This relationship is central to all forms of discrimination and is pervasively evident in the cultural traditions of both the East and the West. This work will be the starting point for systematically coherent analysis in all disciplines as Strauss convincingly makes his case that Philosophy is the Discipline of The Disciplines.

Fonte via: http://www.allofliferedeemed.co.uk/strauss.htm

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com / http://metodologiadoestudo.blogspot.com

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Poliamorismo: a imoralidade apoiada por psicólogos brasileiros. (A cada dia o Conselho Federal de Psicologia patrocina a permissividade).

Poliamorismo: a imoralidade apoiada por psicólogos brasileiros.




Por Cristiano Santana

Hoje, enquanto enquanto sintonizava algumas rádios, chamou-se a atenção um programa de uma rádio carioca, no qual era entrevistada uma psicanalista e sexóloga, e o tema discutido era poliamorismo.

Confesso que fiquei completamente surpreso ao perceber o posicionamento da psicanalista em favor desse novo estilo de vida. Ela disse que a tendência é que a sociedade aceite cada vez mais o poliamorismo. Para corroborar essa afirmação, ela lembrou que, algumas décadas atrás, jamais passava na mentalidade moralista da sociedade que um dia as mulheres não precisariam mais ser virgens para casar. Concluiu que o mesmo acontecerá com o poliamorismo, será algo muito comum daqui a pouco.

Mas o que é o poliamorismo?
O poliamorismo é um termo que descreve as relações interpessoais amorosas que não crêem nesse princípio da monogamia; e sim, na possibilidade se relacionar com vários parceiros simultaneamente. Assim, o poliamor é estar aberto para a possibilidade de gostar e relacionar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

Todo modismo vem de fora, e o poliamorismo não é exceção. O poliamor como movimento surgiu em meados dos anos 80 nos Estados Unidos. Na Europa, movimentos começaram a crescer na Suíça, Alemanha e Reino Unido. Em novembro de 2005 houve a primeira Conferência Internacional sobre Poliamor – Internacional Conference on Polyamory – em Hamburgo, na Alemanha. A Conferência debateu questões como: que tipo de regras devem ser estabelecidas em relações múltiplas, qual é a responsabilidade das pessoas que querem manter vários parceiros sexuais, ou, como lidar com o ciúmes.

Culto ao hedonismo

Uma das maiores expressões do relativismo moral que se alastra pelo mundo é o culto ao hedonismo, uma filosofia de vida que tenta maximizar a experiência do prazer. Ter um parceiro sexual já não é o suficiente. O indivíduo que está numa relação monogâmica percebe que não sente mais o prazer que tinha no início do relacionamento. Fica de certa forma cansado da mesmice. Ou, pelo contrário, sente mais prazer relacionando-se com várias pessoas ao mesmo tempo. O poliamorismo cai "como uma luva" para essas almas sedentas de novas experiências sexuais. Há quem tente argumentar que o principal objetivo de poliamorismo não é o sexo, mas a possibilidade de ajudar o outro, de auxiliar outros parceiros. Na minha opinião é conversa pra boi dormir. Fico com Freud e digo que o objetivo é claro: obter novos parceiros sexuais, dar completa vazão à pulsão sexual, realizar fantasias e fetiches.

Falta de limites

O poliamorismo, pela lógica, é algo que não tem limites. Não existe uma regra que diz: "você só pode ter mais dois parceiros", etc. Teoricamente, se a outra parte do relacionamento consentir, a pessoa pode ter dois, três, quatro, dez outros relacionamentos. Conhecemos a natureza humana, e sabemos que ela não tem limites quando o assunto é devassidão. Podemos enxergar a figura de uma família em tal quadro? Só se for da família degenerada. A essa altura, posso presumir que para os adeptos da poliamorismo o conceito tradicional e constitucional de família já é algo ultrapassado.

Culto ao individualismo

Os adeptos do poliamorismo dizem que, diferentemente da monogamia, a fidelidade dos parceiros não se refere à posse do outro, e sim à confiança mútua no envolvimento.

Percebam que os poliamoristas astutamente passaram a chamar o compromisso, essencial à relação monogâmica, de "posse do outro". Para eles, qualquer relacionamento que exija exclusividade significa uma violência à individualidade, à liberdade, à autonomia do indivíduo. Essa valorização da liberdade total, própria da sociedade contemporânea, é o que realmente impulsiona movimentos como esse. O outro, nesse caso, passa a ser apenas um detalhe, alguém que eu posso usar na hora que tiver vontade. Lembro-me nesse momento da música da Marisa Monte: "Eu sou de ninguém,Eu sou de todo mundo, E todo mundo me quer bem"

Instabilidade

Relacionamentos desse tipo não podem trazer nenhuma estabilidade. Primeiramente, as crises de ciúme são inevitáveis, isso é inerente à natureza humana. Uma hora ou outra alguém vai se sentir preterido ao perceber que o parceiro dá mais atenção ao terceiro, quarto, quinto, décimo da relação. Além disso, a duração dos relacionamentos poliamoristas serão fatalmente curtos. Assim como é fácil entrar num relacionamento desse tipo, também é fácil sair, basta um pequeno desentendimento para que isso ocorra. O poliamorismo é um tipo de relacionamento essencialmente efêmero.

Casamento aberto, swing e poligamia: o poliamorismo está no mesmo saco.

Eles tentam diferenciar o poliamorismo das outras três categorias acima. Vamos combinar: É tudo farinha do mesmo saco. Conceitualmente podem até diferir, mas no essencial são iguais: em todos eles o indivíduo tem relacionamentos com parceiros diferentes. A diferença entre o swing e o poliamorismo, por exemplo, é mínima. No primeiro faço sexo com um parceiro diferente apenas casualmente, no segundo, faço sexo com um parceiro diferente de forma permanente. É fato também que várias experiências de swing com a mesma pessoa podem evoluir para uma relação poliamorista. De tanto fazer sexo com um determinado estranho no clube de swing, a mulher depois pode pedir ao marido: "Amor, ele pode entrar para o nossa família poliamorista?". Ora, basta o marido dizer sim, e tudo bem.
Concluíndo, infelizmente esse é o quadro da sociedade sem Deus, destituída completamente de qualquer noção de moralidade. Estamos presenciando o esfacelamento gradual da família, a célula mater da sociedade. O ser humano tenta preencher seu vazio existencial com práticas e costumes que violentam a própria natureza humana, mas infelizmente nunca conseguirá aplacar a sua sede, nem que possua mil parceiros sexuais diferentes, cada um tentando completá-lo num aspecto diferente.

O que acho curioso é nisso tudo: Uma psicóloga cristã, Marisa Lobo, que procura transmitir padrões saudáveis de moralidade às pessoas, está sendo perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia. O patrocínio da permissividade, por outro lado, é algo completamente autorizado pelo CFP.

Que Deus tenha misericórdia!

Fonte: Cristiano Santana


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com / http://psicologiareformacional.blogspot.com

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Conselho de psicologia inicia um processo de cassação de Marisa Lobo perseguição religiosa (Infelizmente, a cada dia, o Conselho de Psicologia têm se tornado uma "boca do lixo" institucional).).

Conselho de psicologia inicia um processo de cassação de Marisa Lobo perseguição religiosa


Conselho de psicologia da um prazo de 15 dias para que Marisa Lobo tire das redes sociais toda mídia que a vincule a sua fé Cristã estando ameaçada de cassação


No último dia 09 de fevereiro às 11 horas da manhã a psicóloga Marisa Lobo, recebeu uma convocação para se apresentar ao conselho regional de psicologia, motivo seriam várias denúncias recebidas pelas redes sociais sobre seu exercício profissional.

Marisa Lobo: "Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação".
Ao chegar ao conselho, Marisa Lobo, tirou uma foto lendo a Bíblia, dizendo estar lendo seu manual de ética enquanto aguardava. (foto postada nas redes sociais, que já virou motivo de perseguição).

Ao entrar no conselho foi recebida por duas fiscais, que a colocaram a par das denúncias, todas feitas por ativistas gays, usuários de maconhas e ateus, que estavam se sentindo incomodados com a postura dela em se declarar psicóloga e cristã, por assumir em suas redes sociais que é cristã, e pelos seus questionamentos de conteúdo do kit gay.

As fiscais leram todo código de ética, reforçando que ela é muito conhecida e que sua posição fere o conselho de psicologia e estão induzindo pessoas a posições contrárias ao homossexualismo e a convicções religiosas.

Relata Marisa Lobo

"Sobre a mesa colocaram Xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada, como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base legal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé. Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé."

"Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém apenas tinho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais, me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão."

Frase que foram ditas pelas fiscais que me indignaram

* "Você não tem o direito, não pode se dizer Cristã e psicóloga ao mesmo tempo é ferir o código de ética."

* "Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga,"

* "Você não pode se dizer psicóloga e cristã, guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia."

* "Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs."

* "Você não tem direito de dizer em público que ama gay, mas quer ter um filho hetero."

"Me questionaram que eu disse, em uma palestra que não acredito em cura da dependência química sem Deus."

"Quando mandei que me dessem um exemplo de cura da dependência química só pela ajuda psicológica, ficaram em silêncio, eu disse que conheço centenas de casos, falei das estatísticas das comunidades e serviços que trabalham a fé, e dos meus 15 anos de trabalho na área vendo os milagres da transformação, apenas por dar essa oportunidade as mães e usuários de saberem que existe um Deus que pode tirá-los desse lixo que a psicologia não tem conseguido. Claro que a situação ficou mais crítica."

"Entendi que, a pessoa pode morrer, na sua frente, mas você como psicólogo não pode em nenhum momento, falar de Deus para pessoa."

"Contei o exemplo de uma mulher que entrou em meu consultório e me disse:"

"Dê-me uma razão para viver, ou vou sair daqui e vou desistir da minha vida!!!"

"Eu dei, Deus, ela está viva e bem até hoje."

"E perguntei o que deveria ter feito, já que ela tratava com psicólogos psiquiatras, tinha luto patológico, era depressiva suicida e não tinha vontade de viver, deveria deixá-la morrer então? A dar a ela a chance de acreditar que existe Deus, eternidade. Não souberam responder, enrolaram, e mudaram de assunto."

"Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência."

"Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes, não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, porque tanto código de ética. Se com meus pacientes nunca cometi um erro."

"Sou uma cidadã livre, a constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório, elas sempre debatiam dizendo" "como psicóloga não."

"Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse:"

"Você não precisa ser cassada, pode abandonar a psicologia"

"Disse que não abandonaria minha profissão, que não estou sozinha, que paguei caro pela minha formação, gastei anos da minha vida, e que não vou abandonar minha profissão, e que pago caro o conselho também elas me responderam:" "então deixe de falar de seu Deus de sua fé."

"Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação."

"Conforme texto abaixo tenho 15 dias tirar das redes sociais tudo que me ligue a religião, VEJA A MINHA RESPOSTA ABAIXO.

NÃO NEGO MINHA FÉ. TENHO ORGULHO DE SER CRISTÃ.É MINHA IDENTIDADE" TENHO QUE SER RESPEITADA POR ISSO.LIBERDADE DE EXPRESSÃO.


Divulgação: www.juliosevero.com




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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/12/eliezer-de-mello-silveira-denunciou.html

domingo, 13 de novembro de 2011

New York Times features article on the ex-gay experience! My Ex-Gay Friend

Click on ”Read the full story” below and then follow the link to access the New York Times magazine article Going Straight concerning Michael Glatz and his experience working through this unwanted homosexual attractions. While the story is his own and does not necessarily represent a typical NARTH client his observations and thoughts are very interesting. They represent a perspective usually missing in the popular press on the subject of homosexuality.


Michael Schmelling for The New York Times
Michael Glatze in Wyoming in March.

CLICK HERE:
http://www.nytimes.com/2011/06/19/magazine/my-ex-gay-friend.html?ref=magazine&pagewanted=all

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Study raises questions about conventional theories regarding sexual risk behavior among gay and bisexual men

Study raises questions about conventional theories regarding sexual risk behavior among gay and bisexual men

Reviewed by Christopher Rosik, Ph.D.

A significant body of research literature related to health behavior theories has assumed that health-related attitudes, beliefs, and behavioral skills precede and causally influence subsequent health behavior. In the area of sexual risk behavior among gay and bisexual men, this has translated into an assumption that beliefs and attitudes toward safe sex practices influence subsequent sexual activity and that interventions need to focus on changing these views (e.g., psychoeducation regarding condom use). However, a recent study has raised serious questions regarding the accuracy of this conventional wisdom (Huebner, Neilands, Rebchook, & Kegeles, 2011).

The authors observe that the vast majority of research in this area has been cross-sectional in nature, meaning that the data are collected at one point in time and thus definitive conclusions about causality between variables cannot be made. Thus, strong associations between sexual risk attitudes toward and concurrent reports of actual risky behaviors may not tell us as much as we thought about the causes of these behaviors. In addition, the limited number of longitudinal studies, in which data is collected from the same sample over two or more time periods (making causal explanations possible), has provided decidedly mixed findings regarding causal pathways. The authors suggest that health behavior theories may have limited value when it comes to complex sexual risk behavior among high risk populations. In spite of all these uncertainties in the literature, the pathway from attitudes and beliefs to sexual risk behavior among gay and bisexual men has frequently been assumed by mental health professionals and public health officials.

Huebner et al. observe that a generally ignored alternative theory may need to be given more serious consideration. From this vantage point, the authors assert, “it is possible that individuals engage in sexual behavior for multiple reasons, some of which have little to do with their health-related attitudes and beliefs, but that they subsequently adjust those attitudes and beliefs accordingly so that they are consistent with their previous behaviors” (p. 112). They note that this situation would explain significant cross-sectional correlations as well as the limited or inconsistent longitudinal effects of thoughts and emotions on actual sexual behavior.

To test this possibility, Huebner and colleagues conducted a sophisticated analysis using structural equation modeling that allows for strong causal inferences to be made with longitudinal data. A sample of 1248 gay and bisexual men were surveyed twice in an 18 month period regarding their frequency of engaging in unprotected insertive and receptive anal intercourse with any nonprimary partner. Peer norms and attitudes for safe sex were also measured. The results were clear: contrary to theories of health behaviors, attitudes and norms did not predict subsequent unprotected anal sex when initial behavior was statistically controlled. Instead, sexual risk behavior predicted subsequent norms and attitudes when initial norms and attitudes were statistically controlled. The authors conclude, “in contrast to the causal predictions made by most theories of health behavior, attitudes and norms did not predict sexual risk behavior over time….These findings are more consistent with a small, but growing body of investigations that suggest instead that engaging in health behaviors can also influence attitudes and beliefs about those behaviors” (p. 114).

Limitations of the study included a convenience sample, significant sample attrition, and an inability to test for other potentially relevant causal pathways. Thus, replication is needed to increase our confidence that causality does indeed flow from sexual risk behavior to changes in attitudes and beliefs about those behaviors. Nonetheless, these findings raise a number of important questions that appear to need much greater consideration.

First, if engaging in sexual risk behavior leads to changes in beliefs and attitudes that legitimize such behavior, is it wise to encourage early self-labeling and sexual activity among male adolescents experiencing same-sex attractions? Could participation in early homosexual risk activity such as unprotected (or even protected) anal intercourse lead some adolescent boys down a path of homosexual activity and identity and away from what might have been an eventual heterosexual adjustment?

Second, how did social scientists and policy makers come to presume that the body of research pertaining to sexual risk behaviors among gay and bisexual men confirm traditional health behavior theories? How did causal assumptions that had no definitive foundation in the methodology of most studies become the basis for public health intervention? It seems plausible that the dynamics of groupthink or the pull of funding pressures have worked against the development of novel and, perhaps, less politically correct theories about sexual risk behavior. If this is even partially correct, it would seem to argue in favor of more sociopolitical diversity in the development of theory and research within the health behavior literature in general and the gay, lesbian, and bisexual literature specifically.

The findings of Huebner and his associates may not provide conclusive information to answer these kinds of questions, but at the very least their research suggests there is an empirical rationale for asking them.

Reference

Huebner, D. M., Neilands, T. B., Rebchook, G. M., & Kegeles, S. M. (2011). Sorting through chickens and eggs: A longitudinal examination of the associations between attitudes, norms, and sexual risk behaviors. Health Psychology, 30(1), 110-118.


Fonte: http://narth.com/2011/11/study-raises-questions-about-conventional-theories-regarding-sexual-risk-behavior-among-gay-and-bisexual-men/

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Conselho Federal de Psicologia é uns dos braços ideológicos dos Militantes Gays para homossexualizar e sodomizar a sociedade e relativizar a pedofilia e o incesto!

Psicóloga afirma que Conselho Federal de Psicologia tem feito partidarismo para militantes gays

Em entrevista ao Gospel Prime Marisa Lobo ela fala da perseguição que tem sofrido e como pretende se defender de todas as acusações         

Psicóloga afirma que Conselho Federal de Psicologia tem feito partidarismo para militantes gays

A psicóloga Marisa Lobo saiu do anonimato ao se posicionar contra o que chamou de “partidarismo do Conselho Federal de Psicologia” (CFP) e apresentou uma denuncia formal através do deputado e pastor Marco Feliciano, passando a ser talvez a mulher cristã mais odiada no país por militantes gays e psicólogos não cristãos.

Ela tem um currículo extenso que inclui um estágio na Mont Sinai Hospital, em New York, a convite do governo dos Estados Unidos, trabalhando na Divisão Internacional de Atenção Primária a Saúde. Marisa Lobo também tem três livros publicados e uma agenda de palestras em todo o Brasil.
Evangélica, ela frequenta, juntamente com o seu esposo Jofran, a Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba e por professar sua fé tem sido alvo de inúmeros ataques de militantes gays que tentam impedir que ela se manifeste contrária às práticas homossexuais. Perseguição que ela classifica como “heterofobia, teofobia, preconceito por eu me declarar Cristã”.

Marisa tem travado uma batalha pessoal contra o CFP, pedindo que o conselho adote uma postura ética e deixe de tomar partido nas causas homossexuais. Marisa pede também que o CFP seja investigado por suas atitudes e cita em entrevista ao Prime um suposto dossiê, com vídeos, fotos e documentos que comprometeriam o CFP.

Acompanhe a entrevista:

Gospel Prime – Como a senhora se sente ao ser considerada a maior psicóloga cristã do Brasil a que se deve esta fama?

Marisa Lobo – Não me considero a melhor do Brasil, Jesus sim é o maior psicólogo da humanidade. Me considero ousada e pronta a realizar a tarefa de defender com meu conhecimento o evangelho, como todo profissional cristão deveria fazer.

Por que a senhora se define como “Psicóloga Cristã”, dá pra conciliar religião com profissão?
Marisa – Porque sou Cristã, creio em Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador, creio que ele cura, sara e liberta. E tenho sido agraciada com essa verdade, além do mais, essa é minha orientação de fé. E tudo, absolutamente tudo em minha vida está subordinado á palavra de Deus inclusive minha profissão, creio ser por isso que sou, graças a Deus, bem sucedida.

Você tem sido lembrada como a psicóloga que está enfrentando o Conselho Federal de Psicologia (CFP), a senhora reconhece esta fama?

Marisa Lobo – Apenas tomei uma posição perante mim mesma, a de cobrar atitude deste conselho que nos cobra tanta ética, nos fiscaliza o tempo todo e, tem tido comportamentos partidários, tem militado em causas como se fosse um partido político e não um conselho federal da profissão.
Pra você o CFP tem sido partidário ao abordar a questão da homossexualidade no Brasil?
Marisa Lobo – Com certeza tem sido. Participando até em marchas Gays em são Paulo, por exemplo, com carro de som e tudo. Fazendo passeatas em Brasília, com projetos inclusive de mudar a identidade do profissional que se considerar um travesti, e quiser ser chamado por outro nome.

Se nós como psicólogos não podemos induzir orientação sexual, religião e política, porque o conselho em nome de uma pseudo proteção das minorias milita induzindo a convicções partidárias em todas as áreas, quem fiscalizará este conselho?

O CFP abriu novo procedimento de avaliação para apurar as denuncias feitas contra o pastor e deputado Silas Malafaia, a senhora acredita que o CFC cassará o registro profissional do pastor Silas?

Marisa Lobo – Não, pois se acontecer será perseguição heterofóbica e religiosa. Eles estão sem moral para isso, acho que deveriam investigar a si próprios.

Saiu um dossiê de um psicólogo não evangélico, que mostra fotos, vídeos da militância do CFP isso sim tem que ser investigado, e já está sendo pelo Delegado Francischini, hoje Deputado Federal, pelo Fenasp, pelo deputado Marco Feliciano, por senadores e pelos próprios psicólogos que estão se sentindo enganados, lesados pelo CFP que extrapola em suas ações, usando a questão da Homofobia, para promoção pessoal, como é possível observar nas denuncias feitas pelo psicólogo Luciano Garrido do distrito federal, que não é evangélico.

No Twitter você tem sido constantemente atacada por ativistas do movimento homossexual a que se deve estes ataques?

Marisa Lobo – Heterofobia, teofobia, preconceito por eu me declarar Cristã, por ter ousado questionar o conselho sobre o conteúdo do KIT gay, que é absurdamente sexualizado. Tanto que a presidenta Dilma Russef, com a força da nossa frente da família, acabou com esse kit, e o CFP, foi as ruas, militando como um partido político cobrando atitude da presidenta. Como se fosse da competência do conselho tal atitude, isso foi uma militância explicitamente gay. De forma ostensiva e se escondendo atrás de uma bandeira que nos faz duvidar das verdadeiras intenções, pois me parecem estarem legislando em causa própria. Tem muita coisa por detrás desse comportamento, além de acabar com o preconceito. Se essa fosse a verdadeira causa, estariam centrados, discretos, agindo conforme o código de ética.

A senhora já teve alguma denuncia por se posicionar contra a homossexualidade?

Marisa Lobo – Na verdade eu não me posicionei contra a homossexualidade, porque o conselho persegue todos que o fazem, apenas dou minha opinião. Mas oficialmente não, apenas tenho a informação de que já teriam encaminhado mais de 40 denúncias, contra mim, pelo menos é o que eles dizem, talvez para me amedrontar. Inclusive colocaram meu registro profissional nas redes sociais pedindo para militantes da causa me denunciarem.

O que faria se tivesse seu registro cassado por isso?

Marisa Lobo – Eles não poderiam, sei dos meus direitos. Mas caso acontecesse com certeza pediria investigação para apurar esses comportamentos do conselho, porque seria perseguição religiosa e isso eu não aceito de forma alguma. Temos o Fenasp toda uma bancada evangélica acompanhando essa perseguição, além de católicos, psicólogos e padres.

Nos comentários em seu twitter muitos criticam sua posição religiosa, a senhora se sente perseguida?

Marisa Lobo – Muito, e agradeço a Deus por isso, pois é cumprimento de sua palavra, e depois só me perseguem porque estou incomodando, porque temem, porque sabem que tem fundamentos minhas críticas, e eles nem sonham com o batalhão de psicólogos insatisfeitos, com a postura desse conselho e com essa ditadura de minorias que está se instalando no Brasil.

Tem sido orientada por alguém quanto as suas opiniões nas redes sociais?

Marisa Lobo – Sim, tenho amigos deputados e advogados me acompanhando, parece que estamos vivendo uma ditadura mesmo, pois não se pode falar nada, que somos acusados, de homofobia, de destilar ódio. Só eles querem ter direitos especiais, eu também quero como mulher ser respeitada, e me desrespeitam. Não podemos falar da família tradicional criada por Deus, que os ofende. Tudo tem limite, não podemos aceitar mais isso, respeitar sim, aceitar de forma alguma, porque é uma mentira, querem transforma nossa sociedade em uma sociedade esquizofrênica. Negar a verdade em favor de mentiras que escondem uma libertinagem absurda, e questões que prejudicam diretamente a família mundial. Podem ter direitos sim, mas para isso tem que ridicularizarem os nossos?

Você lançou uma campanha com o pastor Marco Feliciano para saber quem aprovaria um plebiscito para a união de pessoas do mesmo sexo, como tem sido esta campanha?

Marisa Lobo – Sim, para saber o que a população pensa do assunto. Já que o pedido partiu de um dos nossos deputados evangélicos, o pastor Marco Feliciano.

As pessoas comentam?

Marisa Lobo – Sim, a maioria não aceitou a decisão do STJ. E sinto muito terem feito isso, estão contribuindo com o aumento do preconceito e quanto a palavra igualitário, não tem sentido, pois casamento é família tradicional. A única constituída por Deus. Podemos até aceitar que o mundo mudou e que as famílias são diferentes, mas todas vem de uma base formal, natural, tradicional e isso é inegável.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/psicologa-afirma-que-conselho-federal-de-psicologia-tem-feito-partidarismo-para-militantes-gays/